Comunicado da Direção Boletim nº 3

Este é o BOLETIM N.º 03 DE NOTÍCIAS ACEC, num modelo de comunicação agora consolidado, com o envio desta informação a um grupo alargado de potenciais interessados, desde logo, e para lá das nossas associadas e dos nossos associados, a responsáveis por Autarquias.

Abrindo um parêntese, lembra-se que divulgamos por via eletrónica, com grande frequência, tudo o quem de mais releva da vida da ACEC e, principalmente, no nosso Portal, em acec.pt, mantemos regularmente informação diversa, disponível na página de rosto do Portal, arrumada como Destaques, Notícias e Sugestões de Leitura, a qual armazenamos periodicamente na secção ‘Repositório’ do Menu de secções que constituem o Portal. Fecha-se parênteses.

Com esta ideia bem consolidada de Comunicação, esperamos dos nossos leitores um retorno, em comentários (críticos) e sugestões de ação, em sugestões de iniciativas, forma única de alcançarmos o Objeto a que coletivamente nos propusemos com a constituição da Associação (in https://acec.pt/apresentacao/):

“é objeto estatutário do Círculo contribuir para o desenvolvimento harmonioso do Território através do fomento e divulgação de estudos sobre a sua organização político-administrativa, abrangendo duas vertentes fundamentais complementares: a dos princípios de organização, em que se inserem estudos relativos ao centralismo e ao princípio da subsidiariedade, e a das formas de organização, em que se incluem estudos relativos a fenómenos da centralização e da descentralização…”.

Último Boletim do mandato

Este n.º 3 tem uma especificidade muito clara e particular – é o último número divulgado pela Direção que geriu a associação no seu primeiro mandato.

De facto, nos termos estatutários e regulamentares, realiza-se no dia 8 de março a Assembleia Geral Eleitoral da qual sairão os Órgãos Sociais para o mandato 2025-2027. E, como será conhecido de muitos, a atual direção especificamente o atual Presidente, não concorrerá a um novo mandato, por razões da sua vida pessoal, conforme atempadamente anunciado.

Fica uma palavra de forte convicção relativamente à necessidade de continuarmos o trabalho, em favor do País inteiro, não assimétrico, desenvolvido, que todos queremos e que todos percebemos que ainda não temos, continuamos a não ter. Quiçá o que temos é um País cada vez mais assimétrico, com desertificação crescente.

Fica uma outra palavra de confiança na capacidade da ACEC, com os seus novos Órgãos Sociais, de continuar, de fortalecer, de promover esforços e ações que contrariem, que invertam a tendência que identificamos.

A intervenção da Sociedade Civil é fundamental para o desenvolvimento dos Países e, no nosso caso português, o (difícil) esforço de sensibilização da nossa Sociedade para esta causa tão importante para o nosso futuro coletivo tem de continuar.

Uma última palavra de agradecimento para os tantos que tanto deram (note-se que totalmente pro bono) em todo este primeiro mandato de estruturação, de criação de iniciativas, mas também e já de muita ação.

E não foram somente os Órgãos Sociais. Foram muitos dos associados, responsáveis pela publicação de largas dezenas de artigos, de intervenções em eventos e de organização de eventos.
Os Relatórios de Atividades e Contas da ACEC de 2022, de 2023 e agora de 2024, todos apreciados nos termos estatutários, nas respetivas Assembleias Gerais, são do conhecimento de todos os associados e dão boa conta da atividade desenvolvida.

O testemunho de atividade dos últimos tempos

Hoje, neste n.º 03, damos testemunho de atividade recente que consideramos relevante:

  1. Chamamos a atenção para o Projeto ACEC-JN da iniciativa e com a coordenação do Dr. Miguel Cadilhe, que já vai no seu 20.º artigo dos 58 artigos previstos, o qual pode ser apreciado no nosso Portal.
  2. Fazemos notar a importante conferência-debate que se realizou em Miranda do Douro, no passado de 21 de fevereiro sobre o Manifesto “Reformar o Sistema Eleitoral: Renovar a Democracia”, que contou com a presença do Autor Professor Paulo Trigo Pereira e com a presidência da Senhora Presidente da Câmara, Dra. Helena Barril.
  3. Assinalamos a abertura da importante Exposição “Os Lusíadas na Figuração de Levi Guerra”, no dia 8 de fevereiro, em Miranda do Douro, com a presença da Senhora Presidente da Câmara e do Autor, Professor Levi Guerra.
  4. Assinalamos a assinatura formal da concessão da quarta bolsa de apoio a atividades de Mestrado, também no mesmo dia 8 de fevereiro, em Miranda do Douro, à estudante Ana Amélia Rodrigues, do Mestrado em Economia da Faculdade de Economia da Universidade do Porto, cerimónia que contou igualmente com a presença da Senhora Presidente da Câmara, Dra. Helena Barril.
  5. Noticiamos a apresentação de uma Obra monumental, do Professor Luis Valente de Oliveira: “Trilhos. Memórias. Por vezes quase um Diário”, que reúne em meios digitais, 4800 páginas, organizadas em 12 volumes, apresentação esta que ocorreu no passado dia 30 de janeiro de 2025, na Culturgest, em Lisboa e esteve a cargo do Professor José Luís Cardoso, associado da ACEC, Investigador Coordenador do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa e Presidente da Classe de Letras da Academia das Ciências de Lisboa.
  6. Noticiamos a atribuição de uma relevante distinção internacional ao Professor Sebastião Feyo de Azevedo, Presidente da ACEC no mandato que agora se finda, a Medalha de Ouro CIBIQ 2025, da Organização dos Congressos Ibero-americanos de Engenharia Química (CIBIQ) que se destina, assim se lê no Regulamento, “… a reconhecer a excelência na carreira profissional no meio académico ou na indústria, a contribuição relevante para os esforços das Associações ou Sociedades a nível nacional, das Federações, Confederações e/ou entidades de âmbito mundial em defesa da profissão, assim como a projeção social da Engenharia Química.”.
  7. Resultado de uma importante proposta que foi feita à ACEC por um conjunto de personalidades que, durante os anos de 2017 e 2018 e numa pura iniciativa da sociedade civil, dedicou uma boa parte do seu tempo a refletir e a propor medidas de políticas públicas, com vista à atenuação do pesadíssimo desequilíbrio territorial que se verificava (e continua a verificar-se) no nosso País, foi criado e iniciou a sua atividade, em 1 de setembro de 2024. como núcleo da ACEC, o Novo Movimento pelo Interior (N-MpI).

Neste dia 7 de março de 2025, apresentamos os nossos cumprimentos, com consideração e estima,

A Direção da ACEC, mandato 22 de abril de 2022 – 8 de março de 2025

Scroll to Top

Concatedral de Miranda do Douro

A Catedral de Miranda do Douro surge no decurso da criação da Diocese em Miranda do Douro e respetiva elevação da vila a cidade no ano de 1545. O projeto insere-se na tipologia de Sés mandadas construir por D. João III, cujo investimento se reflete na escala da edificação, que se destaca entre a restante malha urbana. Com traça de Gonçalo de Torralva e Miguel de Arruda, as obras tiveram início em 1552. Deste período chegou ao presente o corpo da igreja, pelo que a fachada que hoje observamos resulta de uma campanha construtiva posterior. Classificada como Monumento Nacional desde 1910, é o símbolo maior de Miranda do Douro.