Divulga-se o livro “Criança do Lapedo – Uma proposta de Viagem” de Gonçalo Cadilhe

Divulga-se o livro “Criança do Lapedo – Uma proposta de Viagem” da autoria do Dr. Gonçalo Cadilhe, Associado da ACEC.

Esta obra procura destacar a relevância desta descoberta arqueológica com cerca de 24 500 anos, identificada nas escavações realizadas em 1998 no Abrigo do Lagar Velho, no Vale do Lapedo, em Leiria.

No primeiro capítulo, “1. Plano de Voo“, pode ler-se:
“(…) A descoberta da Criança do Lapedo, em novembro de 1998, iniciou um processo revolucionário do conhecimento da evolução humana que está longe de ter concluído as suas potencialidades. Ainda continuaremos a falar muito da Criança do Lapedo e do que ela representa. Nós, a Humanidade.

Nunca é demais realçar a caraterística “revolucionária” do achado. O esqueleto da Criança do Lapedo “era a primeira prova, encontrada até à data, de que populações anatomicamente modernas e populações neandertais não só interagiram como se inter-reproduziram” (João Aguiar, “Lapedo, uma Criança no Vale” ed. Asa, 2006). Esta constatação vinha contrariar e obrigava a rever a opinião prevalente na comunidade científica de que os neandertais tinham (1) sido exterminados pelos cro-magnons. (…)”

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Concatedral de Miranda do Douro

A Catedral de Miranda do Douro surge no decurso da criação da Diocese em Miranda do Douro e respetiva elevação da vila a cidade no ano de 1545. O projeto insere-se na tipologia de Sés mandadas construir por D. João III, cujo investimento se reflete na escala da edificação, que se destaca entre a restante malha urbana. Com traça de Gonçalo de Torralva e Miguel de Arruda, as obras tiveram início em 1552. Deste período chegou ao presente o corpo da igreja, pelo que a fachada que hoje observamos resulta de uma campanha construtiva posterior. Classificada como Monumento Nacional desde 1910, é o símbolo maior de Miranda do Douro.