2.0 Demografia e Assimetrias Territoriais

Demografia e assimetrias territoriais e respetivas políticas redistributivas

Alguns traços das regiões em Portugal. E.E.F. Mercados Financeiros. Março 2017

[Recurso eletrónico] “Diversidade, dicotomia e falta de desenvolvimento são palavras que definem a situação do país nas mais variadas áreas, sejam elas ao nível do território, da distribuição da população, da criação de riqueza, do emprego, da qualidade da saúde e da educação, etc. Embora à escala europeia, Portugal seja considerado um país pequeno, a nossa dimensão permite definir cinco grandes regiões continentais, mais duas regiões insulares. Mas mesmo no contexto da diferença, 90% do território nacional é considerado menos desenvolvido no espaço europeu (o PIB per capita encontra-se abaixo dos 75% da média da União Europeia). Os restantes 10% (Lisboa, Madeira e Algarve) representam o país na Europa considerada desenvolvida.”
[Retirado de Alves, Agostinho Leal (2017). “Alguns traços das regiões em Portugal”. Artigo de Opinião. E.E.F. Mercados Financeiros. Março 2017]

Alguns traços das regiões em Portugal. E.E.F. Mercados Financeiros. Março 2017 Read More »

Estado da Saúde na UE. Portugal: Perfil de saúde do país 2021

[Recurso eletrónico] “Os perfis de saúde por país da iniciativa Estado da Saúde na UE apresentam uma panorâmica concisa e relevante da saúde e dos sistemas de saúde na UE/Espaço Económico Europeu. Realçam as características e os desafios específicos de cada país por comparação com outros países. Visam apoiar os decisores políticos e os influenciadores através de um instrumento de aprendizagem mútua e intercâmbios voluntários.Os perfis são fruto do trabalho conjunto da OCDE e do European Observatory on Health Systems and Policies, em cooperação com a Comissão Europeia. A equipa agradece as valiosas observações e sugestões apresentadas pela rede do Health Systems and Policy Monitor, pelo Comité da Saúde da OCDE e pelo Grupo de Peritos da UE para a Avaliação do Desempenho dos Sistemas de Saúde.”
[Retirado de OCDE/Observatório Europeu dos Sistemas e Políticas de Saúde (2021), Portugal: Perfil de Saúde do País 2021, Estado da Saúde na UE, OCDE, Paris/Observatório Europeu dos Sistemas e Políticas de Saúde, Bruxelas.]

Estado da Saúde na UE. Portugal: Perfil de saúde do país 2021 Read More »

PRR – Recuperar Portugal, Construindo o Futuro 2021

[Recurso eletrónico] A pandemia causada pelo vírus SARS-CoV-2, para além de representar uma emergência de saúde pública, que obrigou a respostas imediatas no plano sanitário, desencadeou uma retração generalizada da atividade económica, originando impactos sem precedentes e severas consequências de ordem económica e social à escala mundial. O PRR português é um programa de aplicação nacional, com um período de execução até 2026, e vai implementar um conjunto de reformas e de investimentos que permitirá ao país retomar o crescimento económico sustentado, reforçando o objetivo de convergência com a Europa ao longo da próxima década. [Retirado de PRR – Recuperar Portugal, Construindo o Futuro 2021]

PRR – Recuperar Portugal, Construindo o Futuro 2021 Read More »

Península Ibérica em números 2015 / Península Ibérica en cifras 2015

[Recurso eletrónico] Publicada em conjunto pelos Institutos Nacionais de Portugal e de Espanha, “Península Ibérica em números”, relativa ao ano de 2015, tem como objetivo fomentar o uso crescente das estatísticas oficiais comparáveis de ambos os países e da União Europeia, como resultado do trabalho de produção, harmonização e cooperação desenvolvido no contexto do Sistema Estatístico Europeu, com um mesmo selo de qualidade.

Península Ibérica em números 2015 / Península Ibérica en cifras 2015 Read More »

Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses 2017

[Recurso eletrónico] O Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses apresenta uma análise económica e financeira das contas dos 308 municípios relativas ao exercício económicos de 2017, incluindo ainda uma análise detalhada do setor empresarial local e, pela primeira vez, quadros ilustrativos dos Ativos, Passivos e Capital Próprio de 144 grupos autárquicos.

Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses 2017 Read More »

Shifts in Economic Geography and their Causes

[Recurso eletrónico] “This paper analyses some of the forces that are changing the spatial distribution of activity in the world economy. It draws on the ‘new economic geography’ literature to argue the importance of increasing returns to scale and cumulative causation processes in shaping the productivity and comparative advantage of different regions. In the presence of such increasing returns there may be persistent spatial disparities in productivity. Economic development will tend to be ‘lumpy’, with some regions (countries, or smaller areas such as cities) experiencing rapid growth and others being left behind.”
[Retirado de Venables, Anthony James. (2006). “Shifts in Economic Geography and their Causes”. Centre for Economic Performance. CEP Discussion Paper No 767. December 2006]

Shifts in Economic Geography and their Causes Read More »

The Effects of Urban Concentration on Economic Growth

[Recurso eletrónico] The paper examines whether there is a significant relationship between economic growth and the degree of urban concentration, as measured by primacy, or the share of the largest metro area in national urban population. Is there reason to believe many countries have excessive primacy and how costly is excessive (or insufficient) primacy? Using GMM methods, the paper estimates growth effects, using a panel of 80-100 countries from 1960 to 1995. It also looks at the determinants of primacy and policy instruments that might be effective in reducing excessive primacy. The paper finds that there is a best degree of national urban primacy, which increases sharply up to a per capita income of about $5000 (PPP 1987 income), before declining modestly. The best degree of primacy declines with country scale. Error bands about estimated best degrees of primacy are generally tight. Growth losses from significantly non-optimal concentration are large and rise with income. Results are very robust. In a group of 72 countries in 1990, it appears that at least 24 have satisfactory primacy; at least 24 have significantly excessive primacy; and at least 5 countries have too little. What determines urban concentration? Econometric models show that urban concentration initially rises with income and then peaks around an income of $2400, before declining. Openness, or trade effects are modest. Similarly, the effects of a greater degree of political decentralization while significantly reducing urban concentration are quite modest. The key policy type variable affecting concentration is investment in inter-regional transport infrastructure. In particular, increases in the density of road networks significantly reduce primacy, with the effect rising with income. As a policy consideration, this takes heightened importance because growth losses from excessive primacy tend to rise with income. The effect on growth rates of investment in roads, through its effect on primacy, is highest in middle income countries.
[Retirado do Abstract de Henderson, J. Vernon (2000). “The Effects of Urban Concentration on Economic Growth”. In NBER Working Paper Series. January 2000]

The Effects of Urban Concentration on Economic Growth Read More »

Situation économique, sociale et territoriale du Portugal / NOTE D’INFORMATION élaborée à la demande de la commission REGI

[Recurso eletrónico] La présente note d’information a pour objectif de fournir des informations en vue de la visite au Portugal, du 27 février au 1er mars 2019, d’une délégation de la commission du développement régional du Parlement européen.
[Retirado de European Parliament (2019). “Note D’Information élaborée à la demande de lacommission REGI. Situation économique, sociale et territoriale du Portugal”. Union Européenne]

Situation économique, sociale et territoriale du Portugal / NOTE D’INFORMATION élaborée à la demande de la commission REGI Read More »

Scroll to Top

Concatedral de Miranda do Douro

A Catedral de Miranda do Douro surge no decurso da criação da Diocese em Miranda do Douro e respetiva elevação da vila a cidade no ano de 1545. O projeto insere-se na tipologia de Sés mandadas construir por D. João III, cujo investimento se reflete na escala da edificação, que se destaca entre a restante malha urbana. Com traça de Gonçalo de Torralva e Miguel de Arruda, as obras tiveram início em 1552. Deste período chegou ao presente o corpo da igreja, pelo que a fachada que hoje observamos resulta de uma campanha construtiva posterior. Classificada como Monumento Nacional desde 1910, é o símbolo maior de Miranda do Douro.