Espólio Dr. Miguel Cadilhe

O Espólio Dr. Miguel Cadilhe reúne documentação doada pelo Dr. Miguel Cadilhe à Associação Círculo de Estudos do Centralismo em 2021, e é composta tanto por documentos físicos como documentos em formato digital.

Estão presentes na plataforma digital da BCD, para além de obras e documentação da autoria de Miguel Cadilhe, obras e trabalhos de outros autores, assim como artigos de imprensa e legislação, pertinentes para os estudos do centralismo.

Classificados de acordo com a lista temática da ACEC, tentou-se ao mesmo tempo conservar a organização original deste espólio, organizado por temas e subtemas aos quais o Dr. Miguel Cadilhe atribui um código alfabético e alfanumérico.

  1. Centralismo
  2. História
  3. Cultura
  4. Desenvolvimento Económico e Social
  5. Outras Terras e Ofícios
  6. Europa
  7. Alianças
  8. Outros textos

Esta estrutura assenta, segundo o doador, em três ramos de assuntos, sendo:

  • o 1.º ramo sobre o grupo A, acerca do Centralismo e o seu contrário, constituído por oito subgrupos (A.1 Funções do Estado; A.2 Reforma do Estado; A.3 Interior; A.4 Subsidiariedade; A.5 Controlos Centrais; A.6 Planeamentos; A.7 Avaliações e A.8 Sociedade Civil);
  • o 2.º ramo sobre o grupo D, acerca do Desenvolvimento Económico e Social, constituído por doze subgrupos (D.1 Florestas; D.2 Agricultura e Pecuária; D.3 Vinha e Vinho; D.4 Indústria e Energia; D.5 Turismo; D.6 Ferrovias e rodovias; D.7 Digital; D.8 Design; D.9 Competitividade e Inovação; D.10 Educação e Formação; D.11 Políticas Económicas e Sociais e D.12 Espanha);
  • o 3.º grupo que congrega os grupos B, C, E e F, e que é de interesse comum aos outros dois ramos.

A estrutura da organização original elaborada pelo Dr. Miguel Cadilhe pode ser consultada aqui [link para o documento].

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Concatedral de Miranda do Douro

A Catedral de Miranda do Douro surge no decurso da criação da Diocese em Miranda do Douro e respetiva elevação da vila a cidade no ano de 1545. O projeto insere-se na tipologia de Sés mandadas construir por D. João III, cujo investimento se reflete na escala da edificação, que se destaca entre a restante malha urbana. Com traça de Gonçalo de Torralva e Miguel de Arruda, as obras tiveram início em 1552. Deste período chegou ao presente o corpo da igreja, pelo que a fachada que hoje observamos resulta de uma campanha construtiva posterior. Classificada como Monumento Nacional desde 1910, é o símbolo maior de Miranda do Douro.