Órgãos Sociais

Órgãos estatutários para o triénio 2025-2027

Mesa da Assembleia Geral

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Presidente
Arlindo Cunha
Economista

Vice-presidente
José Maria Pires
Jurista

Secretária
Cristina Azevedo
Consultora

Direção

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Presidente
Carlos Tavares
Economista

Vice-presidente
Óscar Afonso
Professor Universitário

Tesoureiro
Pedro Velho
Investigador

Vogal
Carla Castro
Gestora

Vogal
Carlos Francisco Alves
Professor Universitário

Vogal
José Ribau Esteves
Presidente de Câmara

Vogal
Marisa Ortega
Consultora de Sistemas de Informação

Conselho Fiscal

António Ricardo Oliveira Fonseca

Presidente
Associação Comercial do Porto, representada por
António Ricardo Oliveira Fonseca
Economista

Vice-presidente
José Rodrigues de Jesus
Economista e Revisor Oficial de Contas

Secretária
Rosa Portela Forte
Professora Universitária

Secretariado do Círculo

Secretário
António Jorge Jacoto Lourenço

Designado nos termos da alínea b) do n.º 3 do artigo 9.º dos Estatutos, na primeira reunião da Direção, em 29 de abril de 2022.

Órgãos estatutários inaugurais: triénio 2022-2024

Mesa da Assembleia Geral

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Presidente
Miguel Cadilhe
Economista

Vice-presidente
José Maria Pires
Jurista

Secretário
Lina Martins
Gestora

Direção

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Presidente
Sebastião Feyo de Azevedo
Professor Universitário

Vice-presidente
Óscar Afonso
Professor Universitário

Tesoureiro
Pedro Velho
Investigador

Vogal
Marisa Ortega
Consultora de Sistemas de Informação

Vogal
Celina Pinto
Museóloga

Conselho Fiscal

António Ricardo Oliveira Fonseca

Presidente
Associação Comercial do Porto, representada por
António Ricardo Oliveira Fonseca
Economista

Vice-presidente
José Rodrigues de Jesus
Economista e Revisor Oficial de Contas

Secretário
Amélia Pires
Bancária

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Concatedral de Miranda do Douro

A Catedral de Miranda do Douro surge no decurso da criação da Diocese em Miranda do Douro e respetiva elevação da vila a cidade no ano de 1545. O projeto insere-se na tipologia de Sés mandadas construir por D. João III, cujo investimento se reflete na escala da edificação, que se destaca entre a restante malha urbana. Com traça de Gonçalo de Torralva e Miguel de Arruda, as obras tiveram início em 1552. Deste período chegou ao presente o corpo da igreja, pelo que a fachada que hoje observamos resulta de uma campanha construtiva posterior. Classificada como Monumento Nacional desde 1910, é o símbolo maior de Miranda do Douro.