Pela sua pertinência, divulga-se um artigo do Prof. Carlos F. Alves, Professor da Faculdade de Economia da Universidade do Porto (FEP) e membro da Direção da ACEC, no Jornal SOL e intitulado “Um centralismo invisível, mas bem patente nas leis do trabalho!”.
Nos primeiros parágrafos, pode ler-se:
“Na Alemanha o Estado continua a assegurar direitos fundamentais, mas muitas decisões relativas à organização do trabalho são construídas através da negociação na empresa entre empregadores e representantes dos trabalhadores.
Quando se fala do centralismo português, pensa-se quase só na concentração dos Ministérios, dos serviços públicos, da despesa do Estado ou na ausência de regiões administrativas. Há um outro centralismo não geográfico: o cultural. (…)”

