“Um centralismo invisível, mas bem patente nas leis do trabalho!”, um artigo de Carlos F. Alves no Jornal SOL

Pela sua pertinência, divulga-se um artigo do Prof. Carlos F. Alves, Professor da Faculdade de Economia da Universidade do Porto (FEP) e membro da Direção da ACEC, no Jornal SOL e intitulado “Um centralismo invisível, mas bem patente nas leis do trabalho!”.

Nos primeiros parágrafos, pode ler-se:
“Na Alemanha o Estado continua a assegurar direitos fundamentais, mas muitas decisões relativas à organização do trabalho são construídas através da negociação na empresa entre empregadores e representantes dos trabalhadores.

Quando se fala do centralismo português, pensa-se quase só na concentração dos Ministérios, dos serviços públicos, da despesa do Estado ou na ausência de regiões administrativas. Há um outro centralismo não geográfico: o cultural. (…)”

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Concatedral de Miranda do Douro

A Catedral de Miranda do Douro surge no decurso da criação da Diocese em Miranda do Douro e respetiva elevação da vila a cidade no ano de 1545. O projeto insere-se na tipologia de Sés mandadas construir por D. João III, cujo investimento se reflete na escala da edificação, que se destaca entre a restante malha urbana. Com traça de Gonçalo de Torralva e Miguel de Arruda, as obras tiveram início em 1552. Deste período chegou ao presente o corpo da igreja, pelo que a fachada que hoje observamos resulta de uma campanha construtiva posterior. Classificada como Monumento Nacional desde 1910, é o símbolo maior de Miranda do Douro.