Divulga-se o Position Paper 1/2026 do G3E2P/FEP, intitulado “Fraca coesão territorial e especialização excessiva no turismo limitam o crescimento económico de Portugal”

Com a autorização dos seus Autores, divulga-se o Position Paper número 1/2026 do Gabinete de Estudos em Economia, Empresas e Políticas Públicas (G3E2P) da Faculdade de Economia da Universidade do Porto (FEP), intitulado “Fraca coesão territorial e especialização excessiva no turismo limitam o crescimento económico de Portugal” e da autoria de Nuno Torres e Óscar Afonso.

Do sumário executivo, pode ler-se:
“Este estudo analisa de forma sistemática e integrada os fatores estruturais que explicam o fraco desempenho económico de Portugal nas últimas décadas, evidenciando que a trajetória de crescimento do país tem sido condicionada por duas fragilidades profundas e persistentes:
1) A fraca coesão territorial e
2) A especialização produtiva excessiva em atividades de baixo valor acrescentado, em particular aquelas direta ou indiretamente associadas ao turismo e ao imobiliário.
Estas duas dimensões não apenas coexistem, como se reforçam mutuamente, criando um padrão de desenvolvimento desequilibrado, vulnerável e incapaz de assegurar uma convergência sustentada com a União Europeia. (…)”

Scroll to Top

Concatedral de Miranda do Douro

A Catedral de Miranda do Douro surge no decurso da criação da Diocese em Miranda do Douro e respetiva elevação da vila a cidade no ano de 1545. O projeto insere-se na tipologia de Sés mandadas construir por D. João III, cujo investimento se reflete na escala da edificação, que se destaca entre a restante malha urbana. Com traça de Gonçalo de Torralva e Miguel de Arruda, as obras tiveram início em 1552. Deste período chegou ao presente o corpo da igreja, pelo que a fachada que hoje observamos resulta de uma campanha construtiva posterior. Classificada como Monumento Nacional desde 1910, é o símbolo maior de Miranda do Douro.