JN:03/57 “Integração das DRAP nas CCDR: endireitar o que nasceu torto”, um artigo de Arlindo Cunha

Iniciou-se, no dia 2 de setembro, um importante ciclo de publicação de artigos no Jornal de Notícias (JN) a cargo de associados da ACEC, no âmbito de um acordo entre a nossa Associação e este prestigiado jornal. Serão 57 textos, de 57 autores, com uma (programada) periodicidade quinzenal em 2024 e semanal em 2025, prevendo-se que o último artigo seja publicado durante o mês de novembro de 2025.

Os textos são livres, mas relacionados com a missão da ACEC, isto é, enquadrando-se nos temas da extensa listagem temática disponível neste Portal.

O texto número 03/57 é da autoria do Dr. Arlindo Cunha, Presidente da Comissão Vitivinícola do Dão e ex-ministro da Agricultura, e intitula-se “Integração das DRAP nas CCDR: endireitar o que nasceu torto“.

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Concatedral de Miranda do Douro

A Catedral de Miranda do Douro surge no decurso da criação da Diocese em Miranda do Douro e respetiva elevação da vila a cidade no ano de 1545. O projeto insere-se na tipologia de Sés mandadas construir por D. João III, cujo investimento se reflete na escala da edificação, que se destaca entre a restante malha urbana. Com traça de Gonçalo de Torralva e Miguel de Arruda, as obras tiveram início em 1552. Deste período chegou ao presente o corpo da igreja, pelo que a fachada que hoje observamos resulta de uma campanha construtiva posterior. Classificada como Monumento Nacional desde 1910, é o símbolo maior de Miranda do Douro.