Assimetrias e convergência regional: implicações para a descentralização e regionalização em Portugal

[Recurso eletrónico] O relatório "Assimetrias e Convergência Regional: Implicações para a Descentralização e Regionalização em Portugal" foi elaborado por uma equipa de investigação coordenada por Fernando Alexandre, Professor Associado da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho. [Retirado de Alexande, Fernando (coord.); Cerejeira, João; Costa, Héler; Portela, Miguel; Rodrigues, Miguel (2019). "Assimetrias e convergência regional: implicações para a descentralização e regionalização em Portugal". 1.ª Edição. Porto. Associação Comercial do Porto. Maio 2019]

O seguinte documento insere-se no subgrupo A4 (Subsidiariedades), do grupo A dedicado ao tema do Centralismo, na estrutura de organização dada pelo doador (Miguel Cadilhe).

Tipo de ficheiro: pdf
Categorias: Espólio Dr. Miguel Cadilhe
Etiquetas: 3.0 Políticas de coesão e gestão territorial, 3.1 Descentralização
Autor: Fernando Alexandre, Hélder Costa, João Cerejeira, Miguel Portela, Miguel Rodrigues
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Concatedral de Miranda do Douro

A Catedral de Miranda do Douro surge no decurso da criação da Diocese em Miranda do Douro e respetiva elevação da vila a cidade no ano de 1545. O projeto insere-se na tipologia de Sés mandadas construir por D. João III, cujo investimento se reflete na escala da edificação, que se destaca entre a restante malha urbana. Com traça de Gonçalo de Torralva e Miguel de Arruda, as obras tiveram início em 1552. Deste período chegou ao presente o corpo da igreja, pelo que a fachada que hoje observamos resulta de uma campanha construtiva posterior. Classificada como Monumento Nacional desde 1910, é o símbolo maior de Miranda do Douro.